O julgamento do caso Henry Borel, que envolve a morte do menino de 4 anos em 2019, se tornou o mais longo do Rio de Janeiro em 18 anos, superando a duração do júri da ex-deputada federal Flordelis dos Santos de Souza. Os réus Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva estão presos desde abril de 2021 e respondem por uma série de crimes relacionados à morte do menino, incluindo homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual. De acordo com as acusações, o menino foi submetido a agressões físicas e psicológicas pelo casal antes de seu falecimento. O julgamento começou em 25 de maio e já superou a semana de julgamento.
O julgamento do caso Henry Borel começou em 25 de maio, após oito meses de interrupção causada pela pandemia de COVID-19. O processo tramita no Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, que teve sua reforma do Código de Processo Penal em 2008. Os réus, Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, foram presos em 8 de abril de 2021, após a apresentação de denúncia contra eles. O processo envolve a morte do menino de 4 anos, que ocorreu em 2019. A defesa do casal alega que a morte do menino foi um acidente e não um ato criminoso.
Segundo as estatísticas do tribunal, o julgamento do caso Henry Borel é o mais longo do Rio de Janeiro desde 2008. Além disso, a expectativa é de que os trabalhos avancem por mais alguns dias, já que apenas 17 das 27 testemunhas previstas foram ouvidas pelo Conselho de Sentença. É importante notar que a babá de Henry, Thayná de Oliveira Ferreira, apresentou três diferentes versões sobre o ocorrido, o que aumenta a complexidade do caso. Além disso, a defesa de Monique dispensou três testemunhas, o que pode influenciar a decisão do júri.
O caso Henry Borel é um dos mais polêmicos da última década no Brasil e tem sido acompanhado atentamente pela imprensa e pela opinião pública. A morte do menino de 4 anos foi uma notícia que chocou a nação e gerou uma grande discussão sobre a proteção dos direitos das crianças e a responsabilidade dos adultos em suas vidas. A expectativa é de que o júri faça uma decisão justa e que a verdade sobre a morte do menino seja revelada.