Até então, nem as equipes de Anitta e Shakira nem os produtores de “Choka Choka” se pronunciaram oficialmente sobre as alegações. O vídeo das integrantes de Sarao foi compartilhado em suas redes sociais e chamou a atenção de muitos fãs e críticos musicais. A dupla argentina tem uma presença modesta nas plataformas, com cerca de 81 mil seguidores no Instagram e pouco mais de 8,9 mil reproduções de “Atómica” entre YouTube e Spotify. Já “Choka Choka” já ultrapassa 21 milhões de reproduções nas mesmas plataformas. A paleta de cores dos clipes das duas músicas também foi mencionada como semelhante, o que reforça ainda mais as acusações de plágio.
A dupla Sarao optou por não ser hostil com as cantoras e, ao final do vídeo, sugeriu que as duas artistas possivelmente não teriam conhecimento do suposto plágio e que os produtores da faixa seriam o elo mais provável do problema. As integrantes de Sarao também expressaram admiração pelo trabalho das duas artistas e disseram enxergar no episódio uma possível porta de entrada para uma colaboração futura. O tom do vídeo foi mais de “oportunidade” e menos de acusação, com a dupla pedindo que os seguidores marquem as cantoras nas redes sociais para que elas vejam o conteúdo. É um momento interessante para a música, onde parcerias internacionais são cada vez mais comuns e a produção de músicas pode ser compartilhada entre artistas diferentes.
A situação é complexa e envolve a produção de músicas em larga escala com colaborações internacionais, o que pode levar a acusações de plágio e semelhanças entre faixas. É comum que artistas e equipes musicais compartilhem ideias e colaborações em projetos diferentes, e pode ser difícil determinar se houve plágio ou apenas influências semelhantes em algumas faixas. A dupla Sarao e a parceria entre Anitta e Shakira estão no centro de uma discussão importante sobre a autoria e a originalidade em música, que será acompanhada por muitos fãs e críticos nas redes sociais.