Filipe Martins, ex-assessor da Presidência da República durante o governo de Jair Bolsonaro, cumpre prisão preventiva por suspeita de ter acessado a rede social LinkedIn, apesar de ter sido condenado a cumprir prisão domiciliar sob a condição de não utilizar redes sociais. A defesa de Martins acusa o ministro do STF, Alexandre de Moraes, de solicitar uma manifestação à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o pedido de revogação da prisão de Filipe. A PGR havia recebido uma denúncia de um coronel aposentado via e-mail com base em uma prova que não foi apresentada, levando à prisão preventiva de Filipe. A defesa de Martins afirma ter provas de que ele não utilizou a rede social e acusa as corporações de atuarem de forma enrolada.

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O contexto desse caso está ligado à gestão de Filipe como assessor da Presidência da República, período em que Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), fugiu da prisão preventiva. Filipe foi preso preventivamente por suspeita de ter acesso ao LinkedIn, apesar de ter sido condenado a cumprir prisão domiciliar sob a condição de não utilizar redes sociais. A medida foi adotada para cumprir com a determinação do ministro do STF, Alexandre de Moraes, que afirmou que, em 26 de dezembro de 2025, Filipe havia obtido a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar, condicionada ao cumprimento de diversas restrições, entre elas a proibição de uso de redes sociais. No entanto, foi juntada aos autos a informação de que o condenado teria utilizado uma plataforma digital, o que levou à intimação da defesa para apresentação de esclarecimentos.

A atuação do ministro do STF, Alexandre de Moraes, e da PGR no caso de Filipe Martins tem gerado controvérsias. A defesa de Martins afirma que as corporações estão atuando de forma manjada e enrolada e que Moraes está agindo de forma arbitrária. A manifestação da defesa foi recebida pelo ministro do STF, que ordenou a intimação da PGR para confirmar se a prova apresentada é verdadeira. A PGR havia recebido a denúncia de um coronel aposentado via e-mail com base em uma prova que não foi apresentada, levando à prisão preventiva de Filipe. A defesa de Martins afirma que a PGR está agindo de forma parcial e que está sendo usada para perseguir Filipe.

A prisão preventiva de Filipe Martins é um caso conturbado que tem gerado debates jurídicos e sociais. A atuação do ministro do STF, Alexandre de Moraes, e da PGR no caso tem sido questionada pela defesa de Filipe. A manifestação da defesa foi recebida pelo ministro do STF, que ordenou a intimação da PGR para confirmar se a prova apresentada é verdadeira. A PGR havia recebido a denúncia de um coronel aposentado via e-mail com base em uma prova que não foi apresentada, levando à prisão preventiva de Filipe.

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